A TERRA
Todas as almas que para cá vieram, aportaram neste pequeno mundo com o objetivo único de angariarem luzes para o seu diadema espiritual. Este o objetivo principal deste planeta, assim idealizado pelo Criador. Embora um lugar densamente material e com a rudez característica, a Terra apresenta uma natureza diversificada, com ares paradisíacos e uma “tropicalidade” redescoberta pelos navegadores do século XV da era Cristã. Digo redescoberta, pois o homem civilizado já vivera antes nos locais chamados NOVO MUNDO (as Américas) e NOVÍSSIMO MUNDO (Austrália e região). Os vestígios são perceptíveis por vocês.
Se você sente que há algo errado neste planeta, e a Bíblia Sagrada diz alguma coisa sobre “e Deus se arrependeu de ter criado o homem”, existem lá as suas razões, embora o Criador jamais se arrependa de Sua Obra.
A grande maioria das almas destacadas para cá se perderam, trocando seus objetivos de iluminação pela ganância de dominar e subjugar o semelhante. A história desta humanidade é descrita pelas intermináveis guerras, onde até mesmo o Criador é citado na Bíblia como o “Senhor dos Exércitos”, entre outras histórias até recentes, onde sacerdotes abençoavam os veículos de guerra ou o próprio armamento.
Então, os objetivos para este mundo foram frustrados até agora e nem a presença de almas iluminadas tem sido suficiente para mudar o foco da humanidade, sempre arredia aos chamamentos espirituais.
É notável a justificativa humana para se desviar do bem e isso tem sido por séculos infindáveis.
Sim, por volta de vinte mil anos atrás a Direção Planetária cogitou retirar da Terra toda a espécie humana, mas uma orientação maior sugeriu que não. Muitas lendas nasceram dessa verdade, assim como outras lendas nasceram de verdades ao longo do tempo.
E para cá as almas retornam e se perdem nas armadilhas criadas por elas mesmas, seja no presente, seja pela Lei de Causa e Efeito que determinam o destino das almas com base no passado. Não sabem os seres humanos a capacidade que têm de modificar o destino para melhor. O mal não está em viver, não está nos instintos e necessidades naturais à espécie humana, o mal está em querer dominar o semelhante, tirando as mais mesquinhas vantagens em prol de si mesmo. Tivessem os humanos dado mais ouvido à mensagem divina do Mestre Jesus, estariam numa condição inimaginável de paz a alegria sobre a Terra, mesmo tendo que enfrentar as dificuldades naturais, inerentes ao planeta.
Mas é incrível como o ser humano não consegue lidar com a questão da paz, pois a vida alheia o incomoda tremendamente. É ali que nasce o mal, quando resolve intentar contra seu semelhante, causando-lhe algum mal de qualquer espécie.
O que ainda pode ajudar e muito esta humanidade terrena, é a atenção redobrada para com suas crianças, tratando-as com muito amor e muito carinho, observando suas más tendências, na tentativa de extirpá-las, e suas boas tendências, cultivando-as.
O período de infância e adolescência ocupa boa parte da vida física neste planeta, girando em torno de vinte e cinco por cento da existência. Para este mundo, esta percentagem se faz importante, embora a cada século a própria criança se mostra mais esperta, salvo todas as exceções em todos os tempos. Há crianças prodígios que se tornam adultos normais ou mesmo crianças problemáticas que se mostram verdadeiros gênios em sua vida adulta.
Grandes sábios da humanidade foram crianças comuns e insuspeitas, como no caso do próprio Mestre Jesus de Nazareth que, diga-se de passagem, recebeu boa educação de seus pais (José e Maria).
O período de infância ajuda a alma na remodelação de sua memória. É um novo começo para quem, na realidade, apenas recomeça, na continuação de sua história que é multimilenária.
Então, é extrema falta de humanidade permitir que as crianças continuem abandonadas, carentes das necessidades mais básicas, como alimentação, moradia e educação. Se os adultos não cuidarem de suas crianças, não poderão culpar quem quer que seja pelo descenso das sociedades humanas. Investir na criança é investir em si mesmo, já preparando também a própria volta um dia – como criança.
A alma, dobrada aos instintos infantis, previstos na natureza deste mundo, tem a grande oportunidade de se renovar como filha de Deus.
Se você sente que há algo errado neste planeta, e a Bíblia Sagrada diz alguma coisa sobre “e Deus se arrependeu de ter criado o homem”, existem lá as suas razões, embora o Criador jamais se arrependa de Sua Obra.
A grande maioria das almas destacadas para cá se perderam, trocando seus objetivos de iluminação pela ganância de dominar e subjugar o semelhante. A história desta humanidade é descrita pelas intermináveis guerras, onde até mesmo o Criador é citado na Bíblia como o “Senhor dos Exércitos”, entre outras histórias até recentes, onde sacerdotes abençoavam os veículos de guerra ou o próprio armamento.
Então, os objetivos para este mundo foram frustrados até agora e nem a presença de almas iluminadas tem sido suficiente para mudar o foco da humanidade, sempre arredia aos chamamentos espirituais.
É notável a justificativa humana para se desviar do bem e isso tem sido por séculos infindáveis.
Sim, por volta de vinte mil anos atrás a Direção Planetária cogitou retirar da Terra toda a espécie humana, mas uma orientação maior sugeriu que não. Muitas lendas nasceram dessa verdade, assim como outras lendas nasceram de verdades ao longo do tempo.
E para cá as almas retornam e se perdem nas armadilhas criadas por elas mesmas, seja no presente, seja pela Lei de Causa e Efeito que determinam o destino das almas com base no passado. Não sabem os seres humanos a capacidade que têm de modificar o destino para melhor. O mal não está em viver, não está nos instintos e necessidades naturais à espécie humana, o mal está em querer dominar o semelhante, tirando as mais mesquinhas vantagens em prol de si mesmo. Tivessem os humanos dado mais ouvido à mensagem divina do Mestre Jesus, estariam numa condição inimaginável de paz a alegria sobre a Terra, mesmo tendo que enfrentar as dificuldades naturais, inerentes ao planeta.
Mas é incrível como o ser humano não consegue lidar com a questão da paz, pois a vida alheia o incomoda tremendamente. É ali que nasce o mal, quando resolve intentar contra seu semelhante, causando-lhe algum mal de qualquer espécie.
O que ainda pode ajudar e muito esta humanidade terrena, é a atenção redobrada para com suas crianças, tratando-as com muito amor e muito carinho, observando suas más tendências, na tentativa de extirpá-las, e suas boas tendências, cultivando-as.
O período de infância e adolescência ocupa boa parte da vida física neste planeta, girando em torno de vinte e cinco por cento da existência. Para este mundo, esta percentagem se faz importante, embora a cada século a própria criança se mostra mais esperta, salvo todas as exceções em todos os tempos. Há crianças prodígios que se tornam adultos normais ou mesmo crianças problemáticas que se mostram verdadeiros gênios em sua vida adulta.
Grandes sábios da humanidade foram crianças comuns e insuspeitas, como no caso do próprio Mestre Jesus de Nazareth que, diga-se de passagem, recebeu boa educação de seus pais (José e Maria).
O período de infância ajuda a alma na remodelação de sua memória. É um novo começo para quem, na realidade, apenas recomeça, na continuação de sua história que é multimilenária.
Então, é extrema falta de humanidade permitir que as crianças continuem abandonadas, carentes das necessidades mais básicas, como alimentação, moradia e educação. Se os adultos não cuidarem de suas crianças, não poderão culpar quem quer que seja pelo descenso das sociedades humanas. Investir na criança é investir em si mesmo, já preparando também a própria volta um dia – como criança.
A alma, dobrada aos instintos infantis, previstos na natureza deste mundo, tem a grande oportunidade de se renovar como filha de Deus.
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