Deus nunca foi, não é e nunca será um homem velho e de barbas, sentado num trono a julgar suas criaturas como um tirano que pune e premia. Ao longo dos milênios a figura Divina foi ganhando adjetivos melhores, com o melhor entendimento humano. A denominação de Pai trouxe um novo alento às pessoas de fé, mas ainda assim um pai pode ser maldoso com seus filhos. “Deus é amor”, exprime melhor o contexto divino, mas não define o que não pode ser definido pela linguagem humana e também ainda nem mesmo pelo pensamento, pois falta recurso para isso. O sentimento de amor também é indefinível, por isso a expressão “Deus é amor” torna-se tão viável ao entendimento humano. Algumas civilizações mais avançadas mantêm o costume de denominar a Divindade como “A Criação”, que também exprime um conceito razoável da ideia de Deus. Assim como a expressão “Divindade”, usada acima, retira a sensação de “masculinidade” que se elegeu ao longo dos séculos, pelo próprio predomínio do gênero masculino no m...
Comments